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Via Lucis – Celebração    

Orações e Devoções

Via-Crúcis

Via Lucis

Celebração

Ritos Iniciais

1ª Estação

2ª Estação

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13ª Estação

14ª Estação

15ª Estação

Encerramento

Santo Rosário de Nossa Senhora

Orações dos Católicos

 

   

A catequese da Via Lucis está baseada no significado da Páscoa, e tem o Círio Pascal como símbolo. Pode ser praticada tanto no período que vai da Páscoa até Pentecostes quanto em momentos importantes da vida de uma comunidade católica. É uma maneira privilegiada de atestar que a vida cristã é positiva, é de construção da alegria e é testemunha da Paz.

No Caminho da Luz, cada "estação" é caracterizada por um elemento concreto (a alvorada, o nome, o caminho, o pão, o sopro, a rede etc.) que a criatividade dos organizadores deve saber aproveitar como "portador de imagens".

O número de estações pode variar e os versículos dos trechos da Sagrada Escritura podem ser adaptados às circunstâncias. A Via Lucis da Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora de Londrina tem 15 estações, indo além de Pentecostes, pois é concluída com a revelação de Jesus Ressuscitado para Paulo na estrada de Damasco.

O dirigente ou celebrante pode ser o padre, um diácono permanente ou mesmo um ministro da comunidade. Para a celebração da Via Lucis, a exemplo do que ocorre com a Via-Crúcis, é possível faz algumas opções:

  • fazer ou não uma procissão, dentro ou fora da igreja;

  • os participantes seguem o itinerário ou permanecem nos bancos;

  • os leitores e/ou comentaristas seguem a procissão ou podem ficar no ambão.

Pode ser celebrada durante o dia, mas surte mais efeito se for realizada à noite para demonstrar o contraste entre claro/escuro.

No início da celebração os participantes se reúnem em silêncio. Deve ser um silêncio palpável e o ambiente deve estar escurecido. Somente com o início da primeira estação se acenderá uma luz. O mesmo ocorrerá a cada estação sucessiva. Se a celebração ocorrer na igreja, as portas centrais devem estar fechadas. Entre uma estação e outra os participantes cantam o estribilho de um canto pascoal escolhido livremente pela comunidade ou pelo grupo. Durante o último canto, são abertas as portas da igreja e, então, são acesas todas luzes possíveis.

 Para cada estação repete-se a seguinte dinâmica:

  • enunciado de cada estação (leitores);

  • invocação inicial (dirigente e assembléia);

  • proclamação do texto evangélico correspondente (dirigente ou leitor);

  • comentários da leitura do Evangelho (dirigente ou um comentarista);

  • reflexão da passagem das Escrituras (leitores);

  • oração em forma de súplica (dirigente e assembléia).

De acordo com o tempo disponível, é possível escolher entre seguir todo o texto ou eliminar os comentários das leituras do Evangelho, cujo conteúdo está, de certa forma, também revelado na "Reflexão da Palavra". Esta forma mais curta permite um fluxo mais rápido da mensagem a ser transmitida, embora perca no aprofundamento de cada passagem.

A procissão é precedida por três ministros da comunidade: um leva o Círio Pascal aceso ou uma vela acesa no Círio Pascal, o que for mais prático; o outro a Bíblia; um terceiro, um ramo de flores, sinal de vida, ou um ícone ou figura do Cristo Ressuscitado. O dirigente da celebração acompanha-os. Encerra-se o ato religioso junto à Pia Batismal e ao Círio Pascal.