Página Principal

História do Santo Rosário de Nossa Senhora    

Orações e Devoções

Via-Crúcis

Via Lucis

Santo Rosário de Nossa Senhora

História do Santo Rosário

Orações dos Católicos

 

   

Uma das maiores armas do católico é o Rosário, é o nosso escudo contra as tentações e ciladas do demônio. O Inimigo odeia quando rezamos o Santo Rosário ou a quarta parte do Rosário, pois a cada Ave-Maria que rezamos, estamos convidando Maria Santíssima, Rainha dos Anjos, a interceder por nós, junto a seu Filho Jesus. Maria esmaga a cabeça do Dragão, que é a antiga serpente maldita, com a ajuda e intercessão dos santos anjos e arcanjos de Deus, expulsa e derrota o demônio e seus anjos malignos. E isto também nos lembra que há anjos bons (os anjos de Deus), e anjos malignos (os demônios). O Senhor somente nos revelou três nomes de anjos: São Miguel, São Gabriel e São Rafael. A oração predileta de Sua Santidade, o Papa João Paulo II era o Rosário e ele nos convida a rezá-lo também.

Por isso e por tudo, rezemos o Rosário ou a quarta parte do Rosário como Maria nos pede, todos os dias, para que as Graças do Céu se derramem sobre nós.

Origens

A palavra rosário deriva do latim rosarium, que significa “buquê”, “série de rosas”, “grinalda”. as pessoas gostavam de adornar as imagens de Nossa Senhora com pequenas coroas de flores, com terços, ou com guirlandas de rosas, ou melhor, com "rosários", como os que eram colocados na cabeça das jovens, em dias de festa. É daí que se originou o nome de Rosário para designar os lindos e variados terços que servem para contar o número de Pais-Nossos e de Ave-Marias que formam o Rosário. Cada Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória rezados são como “rosas espirituais” colocadas aos pés do Senhor e de sua Mãe.

Na Igreja Católica, por séculos, o Rosário foi composto por 15 ministérios que nos falam da encarnação, paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo, Pentecostes, Assunção e coroação de Maria Santíssima. O que dá embasamento a esta prática é que o Pai-Nosso foi a oração ensinada pelo próprio Cristo aos seus discípulos. A Ave-Maria repete as palavras pronunciadas pelo anjo Gabriel e a verdade de que ela é a Mãe de Deus (Theotókos), reconhecida no Concílio de Nicéia, no ano 431 d.C.

A Origem

A história do Rosário é um longo seguimento de maravilhas, graças e bênçãos, concedidas a todos os que o recitem.

Desde os primórdios da Igreja, Maria Santíssima permanece unida ao seu Filho, pelo amor dos cristãos e pela oração dos fiéis. No Século III, os cristãos se voltavam para Maria, retomando as palavras do Anjo Gabriel na Anunciação: “Ave, cheia de graça”. No Século XII, juntam-se as duas saudações a Maria, a de São Gabriel e a de Santa Isabel (Lc 1,42), tornando-se uma forma habitual de rezar. Em 1262 o Papa Urbano IV (papa de 1261-1264) acrescenta-lhes a palavra “Jesus” no fim, criando assim a primeira parte da nossa Ave-Maria.

E este texto, que constitui a primeira parte da Ave-Maria, assim permaneceu até o final do Século XV, quando lhe foi acrescentado o nome de Maria (Ave, Maria,...). No final do Século XV, surge a fórmula que constitui a segunda parte da Ave-Maria. tirada de uma antífona medieval: “Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores...”. O adjetivo “pobres”, antes de “pecadores”, foi acrescentado mais tarde. Esta fórmula, que é a atual, torna-se oficial com o Papa Pio V (1566-1572). São Pio V é o responsável pela publicação do Catecismo, Missal e Breviário Romanos surgidos do Concílio, que renovam toda a vida a Igreja. Foi precisamente no Breviário Romano, em 1568, que aparece pela primeira vez na oração oficial da Igreja a Ave-Maria.

Historicamente, o Rosário teve origem nos monges irlandeses, nos Séculos VIII e IX, que recitavam os 150 salmos em latim. Os leigos das redondezas apreciavam o costume, mas não podiam acompanhá-los porque não sabiam ler. Então foi sugerido que eles rezassem 150 Pais-Nossos em vez dos salmos, que mais tarde foram substituídos por 150 Ave-Marias, e se referiam a isto como o “Saltério de Nossa Senhora”, a “Bíblia dos Pobres”.

E é provável que tenha havido uma influência indireta dos muçulmanos, devido à convivência com os cristãos, nas peregrinações à Terra Santa e/ou também durante as primeiras Cruzadas, pois começou-se a usar cordas cheias de nós e, mais tarde, grãos ou contas para contar os Salmos, os Pais-Nossos e as Ave-Marias.

Eram orações espontâneas, visto que ainda não havia regulamentação da Igreja, mas a piedade começou a espalhar-se.

Parece não haver muitas dúvidas de que o Rosário nasceu para resolver um problema importante dos novos frades mendicantes. De fato, os franciscanos e dominicanos estavam a introduzir um novo tipo de ordem religiosa no Século XII, em alternativa aos antigos monges, sobretudo beneditinos e agostinhos.

Um pouco mais tarde, em 1422, pelas mesmas razões, os franciscanos criaram a Coroa Seráfica, uma oração muito parecida, mas com estrutura ligeiramente diferente (tem sete mistérios, em honra das sete alegrias da Virgem, os mistérios Gozosos, trocando a Apresentação no Templo pela Adoração dos Magos e os dois últimos Gloriosos, acrescentando mais duas Ave-Marias em honra dos 72 anos da vida de Nossa Senhora na Terra).

No Século XV, na Prússia (Alemanha), o prior da Cartuxa de Trèves aconselha a um noviço que recite 50 Ave-Marias por dia, meditando na vida de Jesus. O jovem noviço, que se chamava Domingos, redige, então, 50 curtas meditações, não só em latim, como também em alemão. O prior fica encantado com esta nova modalidade de meditação e apressa-se em enviá-la a todos os mosteiros de sua congregação.

Depois, Domingos redige uma série de três vezes 50 meditações, em paralelismo com os 150 Salmos. Pouco a pouco, para facilitar a memorização das meditações, os fiéis habituaram-se a agrupar as Ave-Marias em 15 dezenas, cada dezena introduzida por um Pai-Nosso. Assim, reduziu-se o número de meditações que passaram de 150 para 15. Assim, nasceu o Rosário. Conservou-se o nome de “Rosário” para designar as 15 dezenas e “terço” para designar cinco dezenas.

Outras fontes dizem que foi no Século XIV que o cartuxo Henrique de Calkar dividiu o saltério da Ave-Maria em 15 dezenas, colocando entre uma dezena e outra a oração do Pai-Nosso. No Século XV, as impressoras já permitiam que se multiplicassem os livretos, adornados de gravuras representando os “mistérios” selecionados para as meditações.

Difusão e Lenda

Deve-se a difusão do Rosário ao Irmão Alain de la Roche, nascido na Bretanha, em 1428, e pertencente à ordem dos Pregadores (Dominicanos). Curiosamente, Alain de la Roche atribuía a origem do Rosário a São Domingos, fundador de sua Ordem, falecido am 1221!

Diz a lenda que começou assim: surgiu, no sul da França, certa seita de hereges, propagadora de doutrinas perniciosas e extremamente cruéis para a Igreja e para a própria sociedade civil.

Infelizmente, depressa aumentou o número dos seus adeptos, cuja violência se manifestava pelo incêndio das igrejas, pelo saque das cidades e pelo assassínio de gente pacífica, só porque recusava aceitar os seus vis ensinamentos. Além disto, pouco a pouco atraíram a si homens de grande influência.

O papa mandou vários santos missionários para tentar convertê-los, mas em vão. Os reis enviaram contra eles os seus exércitos, mas sem resultado. Eram tais os excessos por eles praticados que mais pareciam demônios saídos do inferno do que homens.

Então, surgiu São Domingos (1170-1221); por muito santo que fosse, nem mesmo ele conseguiu demovê-los. Estavam bastante endurecidos, e não se convertiam. Nas suas dificuldades, este grande servo de Deus costumava pedir auxílio a Nossa Senhora. Dizem as maiores autoridades, entre elas Santo Antonino, que São Domingos teve em vida muitíssimas visões de Nossa Senhora.

Ele mesmo confessou que a Virgem Santíssima não recusara escutá-lo. Maria declarou solenemente, por três vezes, que a ordem de São Domingos era a Ordem dela e deu aos frades dominicanos o escapulário branco, que forma a parte distintiva do seu hábito.

São Domingos recorreu a Maria, com confiança ilimitada e, em resposta à sua oração, ela inspirou-lhe o Rosário como arma, pela qual ele haveria de conseguir as mais extraordinárias vitórias sobre o mal. Mas o Rosário de Domingos não era tal qual o temos hoje. Consistiria na pregação dos mistérios principais da nossa salvação, o mais popular possível, sem deixar de ser bíblica, levando os ouvintes depois à recitação do Pai-Nosso (Oração Dominical) e da Ave-Maria (Saudação Angélica) sem a “Santa Maria” (a segunda parte) que foi introduzida posteriormente.

Com esta maneira de pregar e orar, Domingos converte, num espaço de tempo incrivelmente breve, milhares de hereges, e tão eficientemente que, muitos dos convertidos, se tornaram eminentes na santidade. Foi esta, digamos assim, a primeira grande vitória do Rosário.

Os Santos e Papas

O Papa São Pio V (1565-1572) foi o primeiro a instituir a devoção, em comemoração à grande vitória contra os muçulmanos, na Batalha de Lepanto, em 7 de Outubro de 1571. O papa havia pedido, na batalha anterior, que toda a cristandade rezasse o Rosário. Também por este motivo, ele criou a invocação “Nossa Senhora, Auxílio dos Cristãos”.

Para recordar e agradecer a Deus pela vitória de Lepanto, alcançada pelas armas cristãs, a Santa Igreja instituiu a festa de Nossa Senhora do Rosário. Prescrita primeiramente por Gregório XIII para certas igrejas, foi estendida por Clemente XI ao mundo católico, em ação de graças por um novo triunfo alcançado por Carlos VI da Hungria sobre os turcos em 1716. A Festa de Nossa Senhora do Rosário é realizada no primeiro domingo de outubro, que coincide proximamente com esta grande vitória.

A partir de então, o Rosário aparece em múltiplos momentos da vida da Igreja. Já no afresco do Juízo Final, pintado por Michelangelo (1475-1564) na Capela Sistina do Vaticano de 1536 a 1541, estão representadas duas almas a serem puxada para o céu por um Terço. São as almas de um africano e de um asiático, mostrando a universalidade missionária da oração.

A 12 de Outubro de 1717, uma imagem de Nossa Senhora com um Terço ao pescoço foi retirada do Rio Paraíba  por três humildes pescadores, Domingos Martins Garcia, João Alves e Felipe Pedroso, em Guaratinguetá, São Paulo. Essa estátua, de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, foi declarada em 1929 Rainha e Padroeira do Brasil.

A Imaculada Conceição rezou o Terço com Bernadette Soubirous (1844-1879) nas aparições de Lourdes em 1858. O Papa Leão XIII, “Papa do Rosário”, como lhe chama a recente Carta Apostólica do Papa (n.º 8) dedicou mais de 20 documentos só ao estudo desta oração, incluindo 11 Encíclicas.

Outro grande momento da divulgação do Terço é, sem dúvida, Fátima. “Rezar o Terço todos os dias” é a única coisa que a Senhora referiu em todas as suas seis aparições. A frase repete-se sucessivamente, quase como uma ladainha, manifestando bem a sua urgência e importância. Na carta do Dr. Carlos de Azevedo Mendes, num dos primeiros documentos escritos sobre Fátima, afirma-se “Como te disse examinei ou antes interroguei os três em separado. Todos dizem o mesmo sem a mais pequena alteração. A base principal que de tudo, o que me dizem, deduzi é “que a aparição quer que se espalhe a devoção do Terço”.

O Rosário foi aprovado solenemente pela Santa Igreja, e tem sido louvado e recomendado pelos papas e por eles enriquecido no correr dos tempos, com muitíssimas e notabilíssimas indulgências.

Passados séculos, agora em nossa época, à festa do Rosário veio juntar-se outra grande graça pontifícia, o Mês do Rosário, que é obrigatório para toda a Igreja Católica.

O Rosário Ontem e Hoje

O Rosário, até então, era formado por quinze mistérios, divididos em três grupos de cinco mistérios. Entretanto, o Papa João Paulo II trouxe-nos uma novidade em sua Carta Apostólica “O Rosário da Virgem Maria”: acrescentou mais um “terço” com cinco novos mistérios, novidade que enriqueceu ainda mais esta maravilhosa oração.

A palavra “terço” foi questionada, porque sendo agora o Rosário composto de 20 mistérios, cada conjunto de mistérios deveria se chamar “quarto” (quarta parte do Rosário) e não mais “terço”. Quem sabe, fale-se daqui para frente simplesmente de Rosário, composto de quatro conjuntos de cinco mistérios, a saber, um Rosário de Mistérios Gozosos (ou da Alegria), outro de Mistérios Dolorosos (ou da Dor), outro de Mistérios Gloriosos (ou da Glória), e agora o novo mistério acrescentado pelo Papa, os Mistérios da Luz que tratam dos anos da vida pública de Cristo. São chamados mistérios “da luz” porque, conforme disse o papa, “na verdade, todo o mistério de Cristo é luz, pois Ele é a ‘luz do mundo’ (Jo 8,12)".

Quanto aos dias a se rezar os mistérios, o Papa João Paulo II sugeriu a seguinte seqüência: segunda e sábado, os mistérios “da alegria”; terça e sexta, os mistérios “da dor” ; quarta e domingo, os mistérios “da glória”; quinta-feira, os mistérios “da luz”.

Por Que Rezar o Rosário?

O Rosário nos coloca em comunhão viva com Jesus, através do Coração de Sua Mãe. O Rosário nada mais é senão contemplar com Maria o rosto de Cristo.

O Rosário, quando descoberto no seu pleno significado, conduz ao âmago da vida cristã, oferecendo uma ordinária e fecunda oportunidade espiritual e pedagógica para a contemplação pessoal, a formação do Povo de Deus e a nova evangelização.

O Rosário significa mergulhar na contemplação do mistério d'Aquele que “é a nossa paz”. Portanto, não se pode recitar o Rosário sem sentir-se chamado a um preciso compromisso de serviço à paz.

O Rosário nos faz contemplar o rosto de Cristo com os olhos de Maria. Fixar os olhos no rosto de Cristo, reconhecer o seu mistério no caminho ordinário e doloroso da sua humanidade, até perceber o brilho divino definitivamente manifestado na ressurreição gloriosa é a tarefa de cada discípulo de Cristo. No Rosário a contemplação de Cristo tem em Maria o seu modelo insuperável.

O Rosário, a partir da experiência de Maria, é uma oração marcadamente contemplativa. O Papa Paulo VI ressaltou a necessidade da contemplação ao afirmar que, “sem contemplação, o Rosário é um corpo sem alma e a sua recitação corre o perigo de tornar-se uma repetição mecânica de fórmulas e de vir a achar-se em contradição com a advertência de Jesus: ‘na oração não sejais palavrosos como os gentios, que imaginam que hão de ser ouvidos graças à sua verbosidade’ (Mt 6, 7)”.

No Rosário a meditação dos mistérios da vida do Senhor é vista através do Coração d'Aquela que mais de perto esteve em contato com o Senhor, e que abram o acesso às suas insondáveis riquezas. Rezar o Rosário é percorrer com Maria as cenas da vida, morte e ressurreição de Cristo; é como freqüentar a escola de Maria para ler Cristo, penetrar nos seus segredos, compreender a sua mensagem.

O Rosário transporta-nos misticamente para junto de Maria dedicada a acompanhar o crescimento humano de Cristo na casa de Nazaré. É o caminho pelo qual Cristo e Maria aparecem unidos tão profundamente. Maria só vive em Cristo e em razão de Cristo!

O Rosário é ao mesmo tempo meditação e súplica. A imploração insistente da Mãe de Deus apóia-se na confiança de que a sua materna intercessão tudo pode no coração do Filho. O Rosário é o “compêndio do Evangelho”.

O Rosário coloca-se ao serviço dos que querem compreender o amor de Cristo, oferecendo o “segredo” para se abrir mais facilmente a um conhecimento profundo e empenhado de Cristo. Digamos que é o caminho de Maria. O Rosário bem contemplado nos mistérios de Cristo, ilumina o mistério do homem. O Rosário bendito de Maria é doce cadeia que nos prende a Deus.

O Rosário foi desde sempre a oração da família e pela família. É preciso não deixar perder esta preciosa herança. Importa voltar a rezar em família e pelas famílias, servindo-se ainda desta forma de oração. Rezar o Rosário pelos filhos e, mais ainda, com os filhos, educando-os desde tenra idade para este momento diário de “paragem orante” da família, não traz por certo a solução de todos os problemas, mas é uma ajuda espiritual que não se deve subestimar.

O Rosário é um tesouro a descobrir. Os pedidos insistentes de Nossa Senhora, dentre tantos outros momentos, em Fátima, que pediu aos três pastorinhos, no dia 13 de maio: “Rezem o terço todos os dias para alcançarem a paz para o mundo e o fim da guerra”. No dia 13 de junho, reforçou o seu pedido dizendo: “Quero que rezem o terço todos os dias”. A 13 de julho, mais uma vez, insistiu para o mundo: “Quero que continuem a rezar o terço todos os dias em honra de Nossa Senhora do Rosário, para obter a paz para o mundo, e o fim da guerra, porque só Ela lhes poderá valer. Quando rezais, pois, o terço dizei depois de cada mistério: 'Ó meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno, levai as almas todas para o céu, principalmente as que mais precisarem’”.

Testemunhos de Alguns Santos

São Francisco de Sales: “O Rosário é a melhor maneira de orar”.

Santo Afonso de Ligório: “Entre todas as homenagens que se devem à Mãe de Deus, não conheço nenhuma mais agradável que o Rosário”.

São Filipe Neri: “O Rosário é o colar de pérolas de minha Mãe”.

São Paulo da Cruz: “Quero rezar o Rosário todos os dias enquanto eu tiver um sopro de vida”.

São Luiz Maria Grignon de Monfort: “Peço-vos insistentemente pelo amor que vos tenho em Jesus e Maria que rezeis o terço e, até se tiverdes tempo, o Rosário todos os dias. No momento da morte bendireis o dia e a hora em que me acreditastes”.

“A Ave-Maria bem rezada, isto é, com atenção e modéstia é, segundo os santos, a inimiga do demônio que o põe em fuga, é o martelo que o esmaga. A Ave-Maria bem rezada é a santificação da alma, a alegria dos Anjos, a alegria de Maria e a glória da Santíssima Trindade. A Ave-Maria é um orvalho do céu, que torna a alma fecunda; é um beijo puro e amoroso que se dá a Maria; é uma rosa vermelha e uma pedra preciosa que damos à Maria”.

Testemunhos de Alguns Papas

Dezenas de Papas, quando não escreveram documentos a respeito do Rosário, deixaram vivamente seu testemunho.

Papa Leão XIII: “O Rosário é a expressão mais acabada da piedade cristã, o melhor modo de rezar e o mais frutuoso para alcançar o céu”.

Papa São Pio X: “Se quiserdes que a paz reine nas famílias e na pátria, rezai todos os dias em família o Rosário, pois ele é o resumo do Evangelho e dá a paz a todos os que o rezam”.

Papa Bento XV: “A oração do Rosário, mais que qualquer outra, tem o caráter de súplica comunitária e doméstica”.

Papa Paulo VI: “Ide para as vossas casas e dizei que o papa reza o Rosário todos os dias; não apenas o terço, mas os três terços”.

Papa João XXIII: “Como é belo o Rosário da criança inocente e do doente, da virgem consagrada, do homem e da mulher, pai e mãe de família, cheios de um alto sentido de responsabilidades nobres e cristãs. Ó Rosário bendito de Maria, que doçura ao ver-te erguido nas mãos dos sacerdotes, dos jovens e dos anciãos, de todos aqueles que apreciam o valor e a eficácia da oração. O Rosário é como bandeira de paz de nossos corações e de paz para todas as gentes. Reze o Rosário todos os dias e você verá quantas graças poderão ser alcançadas”.

“Com o Rosário as mãos se juntam: as mãos inocentes das crianças, as mãos trêmulos dos anciãos e as mãos robustas dos trabalhadores. Em todas as partes do mundo, o Rosário se eleva como uma doce melodia que, em certo sentido, pode comparar-se ao ofício divino rezado pelos monges”.

“O Rosário é um exercício comovedor e insubstituível de oração. Com ele rendemos homenagem à Santíssima Trindade, invocamos o Pai dos céus, para implorar sua assistência e seus dons, e recorremos à poderosa intercessão da mãe de Deus!”.

“O Rosário é uma oração muito simples que nos convida ao repouso interior, ao abandono em Deus e à confiança no céu, com a segurança de obtermos as graças de que necessitamos”.

Papa João Paulo II: “O Rosário é a minha oração predileta. Maravilhosa na simplicidade e na profundidade. Nesta oração repetimos muitas vezes as palavras que a Virgem Maria ouviu do Arcanjo e da sua parenta Isabel. A estas palavras associa-se a Igreja. Sobre o fundo das palavras da Ave-Maria passam diante dos olhos da alma os principais episódios da vida de Cristo. São os mistérios que nos colocam em comunhão viva com Jesus, através do Coração de sua Mãe. Ao mesmo tempo podemos incluir nas dezenas do Rosário os fatos de nossas vidas e os do próximo. A todos exorto cordialmente que o rezem”.

Fontes

Administração Apostólica São João Maria Vianney

 

Milícia da Imaculada

 

Modo de Rezar o Terço