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Divisão da Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora    

Nossos Setores

NS de Guadalupe

NS Desatadora dos Nós

NS de Caravaggio

NS de Nazaré

NS Rosa Mística

NS das Graças Medalha Milagrosa

NS de Fátima

NS do Perpétuo Socorro

NS da Esperança

NS da Paz

NS da Salette

NS do Rocio

NS da Luz

NS de Schoenstatt

NS de Lourdes

NS do Rosário

NS do Carmo

NS da Conceição

 

   

Sob a Proteção de Nossa Senhora

A Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora está dividida em 18 setores, para que aconteça uma maior aproximação entre a sede da paróquia e os paroquianos. Os setores são conhecidos por diversas denominações de Nossa Senhora, porque a Mãe de Jesus é modelo para todos.

Nos setores da paróquia ocorrem principalmente as Missas Setoriais e os encontros dos Grupos de Reflexão, tendo como espaço de reunião as residências das famílias.

Neste nosso caminhar, olhamos para Maria, que, na fé, aceitou sem reservas a vontade de Deus em sua vida. É modelo dos servidores do Evangelho. Para recordar a presença ativa de Maria na vida de Cristo, foram surgindo ao longo dos séculos orações e títulos específicos. Mas fica sempre a mesma Mãe de Deus a quem todos recorrem, como intercessora para alcançar a união na fé e na obediência a Jesus Cristo!

Vários Títulos, Uma Única Senhora

As várias denominações dadas a Nossa Senhora tem relação com as diversas aparições dela – como em Lourdes ou Fátima – ou com as suas virtudes, assim a Imaculada Conceição, Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, Nossa Senhora das Graças.

Nossa Senhora é a Mãe de Jesus e foi entregue aos cristãos através do Filho, na hora de sua morte. João, o discípulo amado a acolheu, recebeu-a em sua casa, em nosso nome: "Eis a tua mãe!" (Jo 19, 27).

Por ser Mãe de todos os homens, Nossa Senhora tem aparecido em muitos países, usando roupas locais, ou com traços do povo. Em Guadalupe, apareceu com traços indígenas, para mostrar ser Mãe dos índios. Em Salette, apareceu com roupas camponesas, e assim por diante. Como uma rainha tem vários títulos, (Elizabeth, rainha da Inglaterra, da Escócia, do País de Gales etc.), assim também Nossa Senhora, nossa Rainha, tem vários títulos. A Ela recorremos sob um título especial, conforme a necessidade que tenhamos.

Cada título glorioso diz respeito a uma única mulher, a mais bendita entre todas: Maria de Nazaré, a Mãe de Deus e nossa Mãe. São muitas invocações, mas Nossa Senhora é uma só pessoa. Os vários títulos de Nossa Mãe, aumentam nossa confiança, além de demonstrar a riqueza e abundância de suas virtudes.

Essas invocações marianas sobem aos céus nos mais variados idiomas, desde o I século d.C., brotadas do coração de todas as raças, povos e nações.

O nome santíssimo de Maria, presente nos lábios de homens e mulheres simples, em contextos socioculturais e em épocas distintas, manifesta-se como uma fé autêntica, enraizada no Evangelho de Lucas, que se transmite de geração em geração, sob a guarda da Igreja de Jesus Cristo: “O Senhor Deus olhou para a humildade da jovem de Nazaré e nela fez maravilhas! Por isso, o nome do Senhor é Santo!” (cf. Lc 1,48).

O amor que se lhe presta, tão incrustado no coração de todos os povos, ninguém conseguirá tirá-lo. Segundo o Catecismo da Igreja Católica (n. 971), o culto à Mãe de Deus, "... difere essencialmente do culto de adoração que se presta ao Verbo Encarnado e igualmente ao Pai e ao Espírito Santo, mas o favorece poderosamente".

Maria, a Nossa Senhora

Maria realiza de maneira mais perfeita a obediência da Fé. Fé que é uma adesão pessoal do ser humano a Deus: “Bem-aventurada a que acreditou, pois o que lhe foi dito da parte do Senhor será cumprido” (cf. Lc 1,45). Na fé Maria acolhe a vontade de Deus e sua adesão se torna incondicional: “Faça-se em mim segundo a tua palavra” (Lc 1,38).

Deus escolheu Maria, bendita entre as mulheres (cf. Lc 1,42). Isso para que? Para realizar o seu plano de amor. Por meio de Maria o Verbo do Pai, Jesus se faz humano no meio de nós. Assim, o “Sim de Maria” recriou a humanidade. Desta forma, na jovem de Nazaré, nós encontramos hoje um modelo a seguir, pois Ela nos leva a vivenciar a gratuidade do sim, a liberdade de espírito em relação aos interesses ou vínculos que possam nos impedir de nos tornarmos “tudo em todos”: “recebestes de graça, de graça daí!” (cf. Mt 10,8); “fiz-me fraco com os fracos para ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos a fim de salvar a todos” (cf. 1Cor 9,22).

Ela nos leva a escolher Deus em primeiro lugar, acima de todas as prioridades. Portanto, nela podemos encontrar respostas para nosso desejo de realização nesta vida.

Fontes:

Para que Todos Sejam Um.

Aparições e Denominações de Nossa Senhora.