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Os
movimentos na Igreja Católica nascem da inspiração do Espírito
Santo, respondendo às urgências da Igreja em determinados
lugares, ocupando espaços vazios na ação pastoral. O termo
refere-se, com freqüência, a realidades diversas entre si,
às vezes, até por configuração canônica.
Nos
movimentos existe uma realidade concreta de participação,
nos quais prevalece o leigo e a leiga, num itinerário de
fé e de testemunho cristão que fixa as bases sobre as
quais será definido o método pedagógico de ação do próprio
movimento.
Sem
dúvida fazem parte da riqueza que temos e ajudam no
trabalho de conscientização das pessoas, no engajamento
das mesmas na comunidade e favorecem o desenvolvimento de
uma espiritualidade que atende às novas demandas sociais.
Nos movimentos deve haver sempre comunhão, participação e
identidade com os objetivos da comunidade.
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