Primeiros Anos da Década de 1990
O ano de 1991 ficou
marcado pela despedida do Arcebispo de Londrina, Dom Geraldo Agnello
Magela, que foi nomeado para um importante cargo na Santa Sé, no
Vaticano.
O grupo de adolescentes surgiu em 1991 por iniciativa dos
"Maristinhas" (jovens que se preparavam para ser irmãos maristas). Eles
iniciaram o grupo em 1991 com o nome de “Dom Bosco Juvenil”, e o
conduziram até 1993. Depois disso o grupo mudou de nome – passando a se
chamar Grupo AUJE – Adolescentes Unidos em Jesus e passou a ser
acompanhado pelo Grupo de Jovens Dom Bosco Jr. Em 1993 houve uma
experiência de oração ministrada pelos jovens aos adolescentes que
faziam parte do grupo. A partir deste encontro o grupo passou por uma
reestruturação e ganhou forçar para continuar até hoje evangelizando.
Em 1992 nova sucessão
de párocos: no dia 25 de janeiro, Pe. Antonio Gerotto vai para o
Guarujá, em São Paulo; no dia 5 de fevereiro volta o Pe. Dilermando
nomeado como pároco, sendo transferido para São Paulo no dia 3 de julho;
no dia 2 de março chega o Pe. Martini, que assume como vigário, e como
diretor do Instituto Dom Bosco e a paróquia em agosto; no dia 8 de maio
é nomeado o Pe. João Antonio Borges Bertoldi como vigário; ao mesmo
tempo, o Pe. Antonio Borges Beltoldi recebe a vice-direção e assume como
vigário paroquial.
Pe. Dilermando não era
homem de meias palavras. Tudo o que precisava ser dito, dizia. Implantou
um trabalho com os menores carentes, criando o “Recanto Amigo”, um
Projeto Pastoral do Menor e a Escolinha de Horticultura no Cinco
Conjuntos (região da cidade de residências bem populares). Os meninos e
meninas acolhidos pelos projetos têm a oportunidade de dividirem o fruto
do seu trabalho. As crianças ocupavam-se de um serviço que, para elas,
era uma recreação e um passatempo.
A rapidez com que
tomava decisões fazia com que os planos saíssem rapidamente dos papéis e
se concretizassem. Em abril de 1992, Pe. Dilermando criou o jornal da
paróquia, Presença Salesiana, que trazia como matéria de capa a
nomeação do novo arcebispo de Londrina, Dom Albano Bortoletto Cavallin,
que seria empossado no dia 9 de maio. O periódico tinha como fundamento
de suas ações as palavras de São João Bosco: “Não basta fazer o bem, é
preciso divulgar o bem que se faz”.
Pe. Martini era o
zeloso encarregado dos “coroinhas”, organizando-os e treinando-os. Dava
oportunidade a todos, meninos e meninas, com uma paciência muito grande,
pois no início eles se empolgavam com a “batina” e, durantes as Missas,
ficavam se olhando e “trocando as bolas”.
Pe. Martini esteve
também à frente do futebol do Instituto Dom Bosco, promovendo o esporte
como forma de aproximação, integração e amizade dos jovens. Ganhou
destaque uma famosa partida vencida pelo grupo de jovens da Capela São
Domingos Sávio, por 2 a 1, diante o grupo de jovens da paróquia. O
resultado positivo da Capela deveu-se, além da “competência técnica”, à
sua entusiasma torcida feminina.
Em maio de 1992,
quando era pároco o Pe. Dilermando Luiz Cozatti, começaram as promoções
para a construção de uma nova igreja. Mesmo com as atenções voltadas
para a construção, os movimentos normais da paróquia
continuavam.
Em junho de 1992, o
Instituto Dom Bosco contava com a participação de 560 alunos da Paróquia
Nossa Senhora Auxiliadora e 120 da Capela São Domingos Sávio,
preparando-os para Comunhão, Perseverança e Crisma. Buscava-se a
conscientização de pais e filhos para que os anos de catequese não
fossem vistos como uma obrigação social ou um “pré-requisito” para se
receber o sacramento do casamento, pois a vivência em Cristo é diária e
deve acontecer ao longo de toda a vida.
O
jornal Presença Salesiana destacava, na sua edição de junho de
1992, a preocupação com a permanência ou não dos salesianos em Londrina.
Um grupo de leigos representou a comunidade e pediu ao arcebispo Dom
Albano a continuidade dos trabalhos dessa congregação. O arcebispo
reconhecia a falta de uma justificativa plausível para fechar a obra,
prometendo assim, empenhar-se ao máximo para que os salesianos
continuassem na cidade.
Pe. Dilermando
despediu-se da comunidade de Nossa Senhora Auxiliadora com uma Missa
celebrada no dia 28 de junho. Sua saída comprometeu a experiência do
Recanto Amigo, que encerrou as suas atividades. O grupo de jovens “Dom
Bosco Jr”. assim se manifestou no jornal Presença Salesiana:
“Temos tantas perguntas e não sabemos a quem recorrer. A saída do Pe.
Dilermando ao reflete o propósito da comunidade e nem dele próprio. Sua
presença significou dinamismo, união e resultados. Edificou-se aqui uma
comunidade ativa, resultado do trabalho diligente e solícito de um
sacerdote que prega a força conjunta sem desmerecer a iniciativa
individual”.
Outras festas eram
realizadas para dar continuidade à presença da paróquia em todas as
vertentes da comunidade. Por exemplo: o grupo de jovens “Dom Bosco Jr.”
Realizou o “Natal dos Velhinhos do Asilo São Vicente de Paula”, que
contou com o apoio e a colaboração de muitas pessoas da comunidade,
mediante a doação de presentes e ajuda financeira. A festa teve seu
grande momento com a chegada do Papai Noel, o Pe. João Borges que, em
meio a muitas palmas, entrou no salão distribuindo alegria e muito
carinho.
O Pe. Martini,
atendendo as diretrizes da nossa igreja, promoveu a criação e aprovação
do Estatuto do Conselho Paroquial de Pastorais, como forma de traçar o
perfil dos grupos pastorais e suas atividades. Após ampla discussão e
estudos do documento, o estatuto foi encaminhado a Dom Albano que o
aprovou em 17 de maio de 1993.
O Padre Luiz Gonzaga
Piccoli, inspetor salesiano, em visita a Londrina, no dia 22 de
fevereiro designou o Pe. Martini como pároco da Igreja Nossa Senhora
Auxiliadora, que já vinha orientando os inúmeros grupos da nossa
comunidade, e realizando, como é de sua preferência, um grande trabalho
com as crianças e adolescentes.
E não perdia tempo: no
dia 23, ainda contando com a presença do Pe. Luiz Gonzaga, passou a
tarde no “Carnaval do Dom Bosco”, uma festa diferente para as crianças.
Em meio a brincadeiras, música, surpresas, além de sorvetes, salgadinhos
e refrigerantes, a proposta era mostrar aos menores que carnaval não é
apenas dança e bebida, mas uma oportunidade para uma diversão segura e
bem orientada. Participaram quase 100 crianças de várias localidades de
Londrina.
Em março de 1993,
volta o Pe. Manoel Leonardo da Silva para reforçar a comunidade. Fica
como responsável pela Capela São Domingos Sávio. Pe. Manoel faleceu aqui
em Londrina, na noite do dia 11 de fevereiro de 1994, aos 73 anos.
Em 1993, a Igreja de
Londrina escolhia três prioridades a serem trilhadas nos anos seguintes:
família, formação de agentes de pastoral e juventude. A 9ª Assembléia
Arquidiocesana de Pastoral propôs que se criassem equipes de trabalho
para cuidar de cada uma das três prioridades e que a aplicação fosse
feita de acordo com a realidade de cada comunidade, porque os problemas
variam de local para local.
Nesta direção, em
agosto, era promovida a “Universidade dos Ministérios”, para ministrar
um curso de formação teológica para leigos. A constatação era a
seguinte: as pessoas que participavam dos ministérios eram sempre as
mesmas, e nem sempre tinham formação compatível para exercer as
atividades. Um dos intuitos dessa programação era romper definitivamente
com a idéia de que a Igreja é uma coisa e o mundo é outro. A nossa
paróquia enviou nove leigos para o primeiro módulo.
No final de dezembro
de 1993, estimulada pela presença dos membros do Instituto MEAC
(Missionários, para Evangelização e Animação das Comunidades),
comemorava-se a concretização da Pastoral do Dízimo, dando um novo
fôlego às contribuições, que já eram realizadas, mas passaram a atender
metas bem específicas, quais sejam: religiosa, social e missionária. A
equipe do dízimo comemorou com entusiasmo a realização da Missa do
Dizimista, no dia 20 de fevereiro de 1993. A conscientização da
importância dessa arrecadação veio dar possibilidades reais para o
início da construção da nova igreja e para melhor atender as
necessidades espirituais e materiais da comunidade.
A comunidade também
dava boas-vindas ao Pe. Wagner Medeiros, que veio para Londrina a
convite do Pe. Martini, para ser vigário auxiliar. Pe. Wagner trouxe uma
experiência de 11 anos de sacerdócio e a juventude de seus 42 anos e,
uma das primeiras missões, foi assumir a Catequese da paróquia. Ao mesmo
tempo, os paroquianos despediam-se do Pe. João Borges Bertoldi pelo
tempo em que esteve presente na comunidade, trabalhando e servindo a
todos, e do Pe. Manoel, que faleceu no dia da chegada do Pe. Wagner.
Dotado de grande
espiritualidade, fervoroso em suas pregações, carismático, Pe. Wagner
atraiu para cá fiéis de todas as partes, desta e de outras cidades. Foi
ele quem batalhou para trazer o Projeto Vinde e Vede para a paróquia.
Uma pequena nota na
edição número 21 do jornal Presença Salesiana, de março de 1994
chama a atenção: “A Missa das 19h15 do domingo (Missa dos Jovens) é a
primeira a adotar a Bíblia durante as celebrações. As leituras serão
feitas pela Edição Ave Maria. Antes do canto de entrada, as leituras
estarão indicadas no retro, para que os fiéis procurem com antecedência.
Se você ainda não trouxe sua Bíblia para a igreja, está na hora de
começar”.
No dia 20 de março de
1994 foi feita a bênção da pedra fundamental da nova Igreja de Nossa
Senhora Auxiliadora, pelo Arcebispo Dom Albano Cavallin, na presença do
pároco, Pe. Adolfo Martini, do vigário auxiliar, Pe. Wagner de Medeiros,
e do novo inspetor provincial de São Paulo, Pe. Antônio C. Altieri.
Em setembro de 1994, a
Pastoral do Dízimo comemorava seu primeiro aniversário com a certeza da
mudança de mentalidade das pessoas em relação ao dízimo, compreendendo
as suas dimensões e perseverando nas ofertas. Dentre outras realizações,
o dízimo permitiu a construção de 500 m2 de cercas de alambrado na
Capela São Domingos Sávio; reformas no piso, escadas, janelas, mesas,
corrimão e cortinas do salão paroquial; aquisição de aparelho de
videocassete e TV para a catequese; compra de materiais para entidades
beneficentes; ajuda mensal aos Vicentinos.
A comunidade
despediu-se do Pe. Wagner no dia 17 de abril de 1995, que foi cumprir outras
missões salesianas. Novidades também na área de pastorais: foi
instalado, no dia 29 de abril, o Movimento Cristo Te Ama, que fazia
parte da Pastoral da Saúde da Arquidiocese de Londrina, e visava à
recuperação de alcoólatras e drogados.
Os meses de junho e
julho foram tomados pelas discussões sobre a saída dos salesianos de
Londrina. O Pe. Vitor Groppelli, vigário geral, em pronunciamento no
jornal Presença Salesiana, resumiu os motivos da saída da
congregação da cidade. Nunca ouve nenhum questionamento sobre o acerto
da decisão da presença dos salesianos à frente da paróquia e da Rádio
Alvorada: “A meu ver, a fundação da casa de Londrina foi muito acertada
e uma bênção do céu”.
A Rádio Alvorada
também serviu magnificamente aos objetivos evangelizadores dos
salesianos, “mas com o passar do tempo, sua situação financeira acabou
criando sérias dificuldades aos Salesianos que começaram a pensar
seriamente em devolvê-la para a Arquidiocese”. Várias visitas de
inspetores em diferentes períodos faziam reafirmavam estas dificuldades
e recomendavam a saída da congregação. A preocupação, entretanto, era
grande em não permitir a continuidades das três grandes obras: o
oratório, a paróquia e a emissora.
Dom Geraldo Majella
acompanhou por vários anos a situação e sempre lamentava a possibilidade
da saída dos salesianos, especialmente num ano que havia sido dedicado à
juventude, “os Padres da Juventude estavam nos deixando, criando assim
um gravíssimo vazio pastoral”.
Desde
1991 a decisão já estava tomada, mas aguardou-se a chegada do novo
arcebispo. “Nos primeiros dias do pastoreio de Dom Albano, em um
encontro entre ele, o inspetor e seus colaboradores, ficou definida a
devolução da Rádio Alvorada à responsabilidade da arquidiocese e adiada
para outra época a entrega da paróquia.” Porém, em 27 de janeiro de 1995
ficou oficializada a “desagradável decisão” de entregar a paróquia até o
final daquele ano, o que acabou sendo antecipado para 31 de julho de
1995.
Numa última e triste
entrevista, o Pe. Martini assim se pronunciava: “Deixar Londrina já é
uma questão levantada há muito tempo. Não vamos levar nada, a não ser
nossos pertences particulares. Estamos aqui há 33 anos. Não iremos levar
nada a não ser coisas pessoais”.
A Arquidiocese de
Londrina nomeou o Pe. Carmelo Bezzina, na época com 53 anos, como novo
pároco. Pe. Carmelo era responsável pela Igreja São João Batista, em
Bela Vista do Paraíso, no Paraná. O novo vigário fez uma rápida vista à
paróquia na noite do dia 7 de junho. Já havia sido criada uma comissão
transitória composta por 9 leigos da comunidade e mais o padre, para
resolver as questões administrativas, financeiras e trabalhistas durante
a fase de transição, que poderia ser dissolvida com a chegada do novo
pároco, a critério deste.
Neste período, e
independentemente das mudanças que estavam ocorrendo, a comunidade mais
uma vez disse presente na Primeira Festa da Padroeira Nossa Senhora
Auxiliadora. Conforme descreve o jornal Presença Salesiana: “O
dia começou com Missa Campal, às 9h30, celebrada pelo Mons. Vitor, no
local onde será erguida a nova igreja, prosseguiu com uma bistecada no
galpão, com animação dos músicos do Grupo Dom Bosco Sênior, e terminou
com eventos esportivos no campo de futebol. Foi um dia de grande
congraçamento entre os fiéis, e toda a renda será revertida para a
construção da nova igreja”.
E as atividades
continuam. Acontece mais uma Festa Junina e, no dia 15 de junho às 9
horas, a procissão de Corpus Christi, com a participação de mais de 500
pessoas. Os fiéis da comunidade São Domingos Sávio saíram da Capela e
foram ao encontro dos irmãos da paróquia e juntos percorreram as ruas do
bairro, carinhosamente enfeitadas. Após a procissão houve a celebração
da Santa Missa no galpão Dom Bosco, feita pelo Pe. Martini.
Para a despedida dos
salesianos foram marcadas as seguintes Missas:
-
Dia 25 de julho
(terça-feira) às 19h – Missa Especial concelebrada pelos padres do
Decanato Centro em homenagem ao Pe. Martini e despedida dos salesianos;
-
Dia 28 de julho
(sexta-feira) às 19h – Missa Especial pelo aniversário do Pe. Martini.
Às 21h jantar pelo aniversário do pároco e de despedida.
-
Dia 5 de agosto
(sábado) às 19h – Missa Especial de Posse do Pe. Carmelo Bezzina.
“Queridos paroquianos
da nossa comunidade Auxiliadora – Dom Bosco e Capela São Domingos Sávio.
A todos vocês, a paz de Cristo Jesus. Pela segunda vez deixo esta
comunidade querida. Desta vez com a mente e o coração mais doídos que da
primeira vez. Se pudéssemos ler os refolhos mais íntimos do meu coração
encontrariam gratidão, muito amor e saudades de vocês. Meu desejo seria
agradecer a cada um pessoalmente. Faço-o por este jornal paroquial.
Entendo abraçar a todos, grato pela amizade, compreensão, colaboração,
confiança e estima que tiveram para comigo. Vocês são gente de Deus, uma
comunidade maravilhosa que vive a comunhão e participação. [...] De
todas essas homenagens e agradecimentos que estou recebendo, quero fazer
partilha com todos os salesianos que passaram por aqui – vivos e
falecidos. [...] Um grande abraço com carinho” (Presença Salesiana,
n. 31, p. 1).
Assim o Pe. Adolfo
Martini se despedia da Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora de Londrina.
No dia 5 de agosto de 1995 tomou posse o
Pe. Carmelo, que recebeu das mãos do Monsenhor Vitor Groppelli e do Pe.
Manoel Joaquim a chave do Sacrário e a Bíblia Sagrada.
“Como pároco desta
comunidade, venho me dirigir pela primeira vez aos leitores deste
jornal. É grande a minha alegria de estar nesta comunidade. Pelo pouco
tempo que aqui estou, deu para sentir a amizade do povo e a disposição
que todos têm para trabalhar e caminhar juntos. Fico feliz em dar
continuidade a um trabalho que vem de longa data com a presença dos
Padres Salesianos. [...] Como pároco novo desta paróquia, coloco toda a
minha caminhada, desde o dia da minha chegada, nas mãos de São João
Maria Vianey, que era o dia da festa dele: 5 de agosto, e de Maria
Auxiliadora, me esforçando para imitá-los na santidade, disponibilidade
e serviço à Igreja. Conto com o apoio e a oração de todos” (Presença
Viva, n. 32, p. 1).
Deste modo, Pe.
Carmelo Bezzina dirigiu-se pela primeira vez aos fiéis da Paróquia Nossa
Senhora Auxiliadora.
Pe. Carmelo imprimiu
novo ritmo à paróquia e, ainda no mês de agosto, foram realizadas duas
reuniões do CPP. O jornal da paróquia ganhou um novo título, Presença
Viva, após a saída dos salesianos.
Com a chegada do novo
pároco, algumas modificações foram feitas na paróquia para melhor
atender o andamento das atividades. A liturgia das Missas é uma delas; a
preparação passou a ser feita por uma Equipe Litúrgica única, composta
pelos integrantes dos grupos que preparavam cada uma das Missas. O
objetivo era fazer com que cada celebração estivesse de acordo com o
tema da Missa do dia.
Surge principalmente
em virtude das orações de alguns fiéis da Paróquia Nossa Senhora
Auxiliadora o movimento dos “Adoradores da Eucaristia”, e algumas
pessoas da comunidade participaram do primeiro grupo oficial com a
aprovação do Papa João Paulo II. Os grupos de Adoradores da Eucaristia
são fiéis que juraram diante do Corpo Eucarístico que entregariam muitas
horas para viverem a adoração ao Santíssimo Sacramento, após descobrirem
o valor da Eucaristia e o valor da oração.
Também ganham força na
paróquia os Grupos de Intercessão que se reúnem semanalmente para
apresentar a Deus as necessidades do clero, da comunidade e das pessoas
em geral. São mediadores junto a Jesus, uma vez que Jesus é o único
intercessor junto a Deus. Esta intercessão passa por Jesus e vai ao Pai.
Vinte novas zeladoras
ganham novas Capelinhas de Nossa Senhora Auxiliadora, preparada com
estampas especiais vindas do Rio Grande do Sul. Isto ampliou o número
das famílias que têm a graça de receber a visita da imagem de nossa
padroeira.
Em outubro tem início
os trabalhos da Pastoral da Saúde e a celebração da Missa dos Doentes,
estuda-se a implantação da Pastoral Vocacional e da Esperança. No dia
29, 112 crianças recebendo a Primeira Comunhão na presença de mais de
800 pessoas que participaram da celebração. No dia 3 de novembro, Dom
Albano Cavallin, e o Pe. Carmelo celebraram a Missa do Sacramento da
Crisma.
1995 foi efetivamente
um grande ano: teve início o Projeto Vinde e Vede, um programa completo
de evangelização; começa a funcionar o Roupeiro de Santa Rita; nenhuma
Missa fica sem acompanhamento musical; tem início o dízimo na Capela São
Domingos Sávio; compra de muitos equipamentos para a secretaria da
paróquia; e é realizado o recadastramento das famílias que residem na
jurisdição da paróquia. Finaliza-se o ano com a celebração da Missa de
Natal com a participação de aproximadamente 600 paroquianos.
|