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 De 1990 a 1995    

Nossa Paróquia

História da Paróquia

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2009

História da Construção da Igreja

 

   

Primeiros Anos da Década de 1990

O ano de 1991 ficou marcado pela despedida do Arcebispo de Londrina, Dom Geraldo Agnello Magela, que foi nomeado para um importante cargo na Santa Sé, no Vaticano.

O grupo de adolescentes surgiu em 1991 por iniciativa dos "Maristinhas" (jovens que se preparavam para ser irmãos maristas). Eles iniciaram o grupo em 1991 com o nome de “Dom Bosco Juvenil”, e o conduziram até 1993. Depois disso o grupo mudou de nome – passando a se chamar Grupo AUJE –  Adolescentes Unidos em Jesus e passou a ser acompanhado pelo Grupo de Jovens Dom Bosco Jr. Em 1993 houve uma experiência de oração ministrada pelos jovens aos adolescentes que faziam parte do grupo. A partir deste encontro o grupo passou por uma reestruturação e ganhou forçar para continuar até hoje evangelizando.

Em 1992 nova sucessão de párocos: no dia 25 de janeiro, Pe. Antonio Gerotto vai para o Guarujá, em São Paulo; no dia 5 de fevereiro volta o Pe. Dilermando nomeado como pároco, sendo transferido para São Paulo no dia 3 de julho; no dia 2 de março chega o Pe. Martini, que assume como vigário, e como diretor do Instituto Dom Bosco e a paróquia em agosto; no dia 8 de maio é nomeado o Pe. João Antonio Borges Bertoldi como vigário; ao mesmo tempo, o Pe. Antonio Borges Beltoldi recebe a vice-direção e assume como vigário paroquial.

Pe. Dilermando não era homem de meias palavras. Tudo o que precisava ser dito, dizia. Implantou um trabalho com os menores carentes, criando o “Recanto Amigo”, um Projeto Pastoral do Menor e a Escolinha de Horticultura no Cinco Conjuntos (região da cidade de residências bem populares). Os meninos e meninas acolhidos pelos projetos têm a oportunidade de dividirem o fruto do seu trabalho. As crianças ocupavam-se de um serviço que, para elas, era uma recreação e um passatempo.

A rapidez com que tomava decisões fazia com que os planos saíssem rapidamente dos papéis e se concretizassem. Em abril de 1992, Pe. Dilermando criou o jornal da paróquia, Presença Salesiana, que trazia como matéria de capa a nomeação do novo arcebispo de Londrina, Dom Albano Bortoletto Cavallin, que seria empossado no dia 9 de maio. O periódico tinha como fundamento de suas ações as palavras de São João Bosco: “Não basta fazer o bem, é preciso divulgar o bem que se faz”.

Pe. Martini era o zeloso encarregado dos “coroinhas”, organizando-os e treinando-os. Dava oportunidade a todos, meninos e meninas, com uma paciência muito grande, pois no início eles se empolgavam com a “batina” e, durantes as Missas, ficavam se olhando e “trocando as bolas”.

Pe. Martini esteve também à frente do futebol do Instituto Dom Bosco, promovendo o esporte como forma de aproximação, integração e amizade dos jovens. Ganhou destaque uma famosa partida vencida pelo grupo de jovens da Capela São Domingos Sávio, por 2 a 1, diante o grupo de jovens da paróquia. O resultado positivo da Capela deveu-se, além da “competência técnica”, à sua entusiasma torcida feminina.

Em maio de 1992, quando era pároco o Pe. Dilermando Luiz Cozatti, começaram as promoções para a construção de uma nova igreja. Mesmo com as atenções voltadas para a construção, os movimentos normais da paróquia continuavam.

Em junho de 1992, o Instituto Dom Bosco contava com a participação de 560 alunos da Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora e 120 da Capela São Domingos Sávio, preparando-os para Comunhão, Perseverança e Crisma. Buscava-se a conscientização de pais e filhos para que os anos de catequese não fossem vistos como uma obrigação social ou um “pré-requisito” para se receber o sacramento do casamento, pois a vivência em Cristo é diária e deve acontecer ao longo de toda a vida.

O jornal Presença Salesiana destacava, na sua edição de junho de 1992, a preocupação com a permanência ou não dos salesianos em Londrina. Um grupo de leigos representou a comunidade e pediu ao arcebispo Dom Albano a continuidade dos trabalhos dessa congregação. O arcebispo reconhecia a falta de uma justificativa plausível para fechar a obra, prometendo assim, empenhar-se ao máximo para que os salesianos continuassem na cidade.

Pe. Dilermando despediu-se da comunidade de Nossa Senhora Auxiliadora com uma Missa celebrada no dia 28 de junho. Sua saída comprometeu a experiência do Recanto Amigo, que encerrou as suas atividades. O grupo de jovens “Dom Bosco Jr”. assim se manifestou no jornal Presença Salesiana: “Temos tantas perguntas e não sabemos a quem recorrer. A saída do Pe. Dilermando ao reflete o propósito da comunidade e nem dele próprio. Sua presença significou dinamismo, união e resultados. Edificou-se aqui uma comunidade ativa, resultado do trabalho diligente e solícito de um sacerdote que prega a força conjunta sem desmerecer a iniciativa individual”.

Outras festas eram realizadas para dar continuidade à presença da paróquia em todas as vertentes da comunidade. Por exemplo: o grupo de jovens “Dom Bosco Jr.” Realizou o “Natal dos Velhinhos do Asilo São Vicente de Paula”, que contou com o apoio e a colaboração de muitas pessoas da comunidade, mediante a doação de presentes e ajuda financeira. A festa teve seu grande momento com a chegada do Papai Noel, o Pe. João Borges que, em meio a muitas palmas, entrou no salão distribuindo alegria e muito carinho.

O Pe. Martini, atendendo as diretrizes da nossa igreja, promoveu a criação e aprovação do Estatuto do Conselho Paroquial de Pastorais, como forma de traçar o perfil dos grupos pastorais e suas atividades. Após ampla discussão e estudos do documento, o estatuto foi encaminhado a Dom Albano que o aprovou em 17 de maio de 1993.

O Padre Luiz Gonzaga Piccoli, inspetor salesiano, em visita a Londrina, no dia 22 de fevereiro designou o Pe. Martini como pároco da Igreja Nossa Senhora Auxiliadora, que já vinha orientando os inúmeros grupos da nossa comunidade, e realizando, como é de sua preferência, um grande trabalho com as crianças e adolescentes.

E não perdia tempo: no dia 23, ainda contando com a presença do Pe. Luiz Gonzaga, passou a tarde no “Carnaval do Dom Bosco”, uma festa diferente para as crianças. Em meio a brincadeiras, música, surpresas, além de sorvetes, salgadinhos e refrigerantes, a proposta era mostrar aos menores que carnaval não é apenas dança e bebida, mas uma oportunidade para uma diversão segura e bem orientada. Participaram quase 100 crianças de várias localidades de Londrina.

Em março de 1993, volta o Pe. Manoel Leonardo da Silva para reforçar a comunidade. Fica como responsável pela Capela São Domingos Sávio. Pe. Manoel faleceu aqui em Londrina, na noite do dia 11 de fevereiro de 1994, aos 73 anos.

Em 1993, a Igreja de Londrina escolhia três prioridades a serem trilhadas nos anos seguintes: família, formação de agentes de pastoral e juventude. A 9ª Assembléia Arquidiocesana de Pastoral propôs que se criassem equipes de trabalho para cuidar de cada uma das três prioridades e que a aplicação fosse feita de acordo com a realidade de cada comunidade, porque os problemas variam de local para local.

Nesta direção, em agosto, era promovida a “Universidade dos Ministérios”, para ministrar um curso de formação teológica para leigos. A constatação era a seguinte: as pessoas que participavam dos ministérios eram sempre as mesmas, e nem sempre tinham formação compatível para exercer as atividades. Um dos intuitos dessa programação era romper definitivamente com a idéia de que a Igreja é uma coisa e o mundo é outro. A nossa paróquia enviou nove leigos para o primeiro módulo.

No final de dezembro de 1993, estimulada pela presença dos membros do Instituto MEAC (Missionários, para Evangelização e Animação das Comunidades), comemorava-se a concretização da Pastoral do Dízimo, dando um novo fôlego às contribuições, que já eram realizadas, mas passaram a atender metas bem específicas, quais sejam: religiosa, social e missionária. A equipe do dízimo comemorou com entusiasmo a realização da Missa do Dizimista, no dia 20 de fevereiro de 1993. A conscientização da importância dessa arrecadação veio dar possibilidades reais para o início da construção da nova igreja e para melhor atender as necessidades espirituais e materiais da comunidade.

A comunidade também dava boas-vindas ao Pe. Wagner Medeiros, que veio para Londrina a convite do Pe. Martini, para ser vigário auxiliar. Pe. Wagner trouxe uma experiência de 11 anos de sacerdócio e a juventude de seus 42 anos e, uma das primeiras missões, foi assumir a Catequese da paróquia. Ao mesmo tempo, os paroquianos despediam-se do Pe. João Borges Bertoldi pelo tempo em que esteve presente na comunidade, trabalhando e servindo a todos, e do Pe. Manoel, que faleceu no dia da chegada do Pe. Wagner.

Dotado de grande espiritualidade, fervoroso em suas pregações, carismático, Pe. Wagner atraiu para cá fiéis de todas as partes, desta e de outras cidades. Foi ele quem batalhou para trazer o Projeto Vinde e Vede para a paróquia.

Uma pequena nota na edição número 21 do jornal Presença Salesiana, de março de 1994 chama a atenção: “A Missa das 19h15 do domingo (Missa dos Jovens) é a primeira a adotar a Bíblia durante as celebrações. As leituras serão feitas pela Edição Ave Maria. Antes do canto de entrada, as leituras estarão indicadas no retro, para que os fiéis procurem com antecedência. Se você ainda não trouxe sua Bíblia para a igreja, está na hora de começar”.

No dia 20 de março de 1994 foi feita a bênção da pedra fundamental da nova Igreja de Nossa Senhora Auxiliadora, pelo Arcebispo Dom Albano Cavallin, na presença do pároco, Pe. Adolfo Martini, do vigário auxiliar, Pe. Wagner de Medeiros, e do novo inspetor provincial de São Paulo, Pe. Antônio C. Altieri.

Em setembro de 1994, a Pastoral do Dízimo comemorava seu primeiro aniversário com a certeza da mudança de mentalidade das pessoas em relação ao dízimo, compreendendo as suas dimensões e perseverando nas ofertas. Dentre outras realizações, o dízimo permitiu a construção de 500 m2 de cercas de alambrado na Capela São Domingos Sávio; reformas no piso, escadas, janelas, mesas, corrimão e cortinas do salão paroquial; aquisição de aparelho de videocassete e TV para a catequese; compra de materiais para entidades beneficentes; ajuda mensal aos Vicentinos.

A comunidade despediu-se do Pe. Wagner no dia 17 de abril de 1995, que foi cumprir outras missões salesianas. Novidades também na área de pastorais: foi instalado, no dia 29 de abril, o Movimento Cristo Te Ama, que fazia parte da Pastoral da Saúde da Arquidiocese de Londrina, e visava à recuperação de alcoólatras e drogados.

A Saída dos Salesianos

Os meses de junho e julho foram tomados pelas discussões sobre a saída dos salesianos de Londrina. O Pe. Vitor Groppelli, vigário geral, em pronunciamento no jornal Presença Salesiana, resumiu os motivos da saída da congregação da cidade. Nunca ouve nenhum questionamento sobre o acerto da decisão da presença dos salesianos à frente da paróquia e da Rádio Alvorada: “A meu ver, a fundação da casa de Londrina foi muito acertada e uma bênção do céu”.

A Rádio Alvorada também serviu magnificamente aos objetivos evangelizadores dos salesianos, “mas com o passar do tempo, sua situação financeira acabou criando sérias dificuldades aos Salesianos que começaram a pensar seriamente em devolvê-la para a Arquidiocese”. Várias visitas de inspetores em diferentes períodos faziam reafirmavam estas dificuldades e recomendavam a saída da congregação. A preocupação, entretanto, era grande em não permitir a continuidades das três grandes obras: o oratório, a paróquia e a emissora.

Dom Geraldo Majella acompanhou por vários anos a situação e sempre lamentava a possibilidade da saída dos salesianos, especialmente num ano que havia sido dedicado à juventude, “os Padres da Juventude estavam nos deixando, criando assim um gravíssimo vazio pastoral”.

Desde 1991 a decisão já estava tomada, mas aguardou-se a chegada do novo arcebispo. “Nos primeiros dias do pastoreio de Dom Albano, em um encontro entre ele, o inspetor e seus colaboradores, ficou definida a devolução da Rádio Alvorada à responsabilidade da arquidiocese e adiada para outra época a entrega da paróquia.” Porém, em 27 de janeiro de 1995 ficou oficializada a “desagradável decisão” de entregar a paróquia até o final daquele ano, o que acabou sendo antecipado para 31 de julho de 1995.

Numa última e triste entrevista, o Pe. Martini assim se pronunciava: “Deixar Londrina já é uma questão levantada há muito tempo. Não vamos levar nada, a não ser nossos pertences particulares. Estamos aqui há 33 anos. Não iremos levar nada a não ser coisas pessoais”.

A Arquidiocese de Londrina nomeou o Pe. Carmelo Bezzina, na época com 53 anos, como novo pároco. Pe. Carmelo era responsável pela Igreja São João Batista, em Bela Vista do Paraíso, no Paraná. O novo vigário fez uma rápida vista à paróquia na noite do dia 7 de junho. Já havia sido criada uma comissão transitória composta por 9 leigos da comunidade e mais o padre, para resolver as questões administrativas, financeiras e trabalhistas durante a fase de transição, que poderia ser dissolvida com a chegada do novo pároco, a critério deste.

Neste período, e independentemente das mudanças que estavam ocorrendo, a comunidade mais uma vez disse presente na Primeira Festa da Padroeira Nossa Senhora Auxiliadora. Conforme descreve o jornal Presença Salesiana: “O dia começou com Missa Campal, às 9h30, celebrada pelo Mons. Vitor, no local onde será erguida a nova igreja, prosseguiu com uma bistecada no galpão, com animação dos músicos do Grupo Dom Bosco Sênior, e terminou com eventos esportivos no campo de futebol. Foi um dia de grande congraçamento entre os fiéis, e toda a renda será revertida para a construção da nova igreja”.

E as atividades continuam. Acontece mais uma Festa Junina e, no dia 15 de junho às 9 horas, a procissão de Corpus Christi, com a participação de mais de 500 pessoas. Os fiéis da comunidade São Domingos Sávio saíram da Capela e foram ao encontro dos irmãos da paróquia e juntos percorreram as ruas do bairro, carinhosamente enfeitadas. Após a procissão houve a celebração da Santa Missa no galpão Dom Bosco, feita pelo Pe. Martini.

Para a despedida dos salesianos foram marcadas as seguintes Missas:

  • Dia 25 de julho (terça-feira) às 19h – Missa Especial concelebrada pelos padres do Decanato Centro em homenagem ao Pe. Martini e despedida dos salesianos;

  • Dia 28 de julho (sexta-feira) às 19h – Missa Especial pelo aniversário do Pe. Martini. Às 21h jantar pelo aniversário do pároco e de despedida.

  • Dia 5 de agosto (sábado) às 19h – Missa Especial de Posse do Pe. Carmelo Bezzina.

“Queridos paroquianos da nossa comunidade Auxiliadora – Dom Bosco e Capela São Domingos Sávio. A todos vocês, a paz de Cristo Jesus. Pela segunda vez deixo esta comunidade querida. Desta vez com a mente e o coração mais doídos que da primeira vez. Se pudéssemos ler os refolhos mais íntimos do meu coração encontrariam gratidão, muito amor e saudades de vocês. Meu desejo seria agradecer a cada um pessoalmente. Faço-o por este jornal paroquial. Entendo abraçar a todos, grato pela amizade, compreensão, colaboração, confiança e estima que tiveram para comigo. Vocês são gente de Deus, uma comunidade maravilhosa que vive a comunhão e participação. [...] De todas essas homenagens e agradecimentos que estou recebendo, quero fazer partilha com todos os salesianos que passaram por aqui – vivos e falecidos. [...] Um grande abraço com carinho” (Presença Salesiana, n. 31, p. 1).

Assim o Pe. Adolfo Martini se despedia da Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora de Londrina.

Uma Paróquia Diocesana

No dia 5 de agosto de 1995 tomou posse o Pe. Carmelo, que recebeu das mãos do Monsenhor Vitor Groppelli e do Pe. Manoel Joaquim a chave do Sacrário e a Bíblia Sagrada.

“Como pároco desta comunidade, venho me dirigir pela primeira vez aos leitores deste jornal. É grande a minha alegria de estar nesta comunidade. Pelo pouco tempo que aqui estou, deu para sentir a amizade do povo e a disposição que todos têm para trabalhar e caminhar juntos. Fico feliz em dar continuidade a um trabalho que vem de longa data com a presença dos Padres Salesianos. [...] Como pároco novo desta paróquia, coloco toda a minha caminhada, desde o dia da minha chegada, nas mãos de São João Maria Vianey, que era o dia da festa dele: 5 de agosto, e de Maria Auxiliadora, me esforçando para imitá-los na santidade, disponibilidade e serviço à Igreja. Conto com o apoio e a oração de todos” (Presença Viva, n. 32, p. 1).

Deste modo, Pe. Carmelo Bezzina dirigiu-se pela primeira vez aos fiéis da Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora.

Pe. Carmelo imprimiu novo ritmo à paróquia e, ainda no mês de agosto, foram realizadas duas reuniões do CPP. O jornal da paróquia ganhou um novo título, Presença Viva, após a saída dos salesianos.

Com a chegada do novo pároco, algumas modificações foram feitas na paróquia para melhor atender o andamento das atividades. A liturgia das Missas é uma delas; a preparação passou a ser feita por uma Equipe Litúrgica única, composta pelos integrantes dos grupos que preparavam cada uma das Missas. O objetivo era fazer com que cada celebração estivesse de acordo com o tema da Missa do dia.

Surge principalmente em virtude das orações de alguns fiéis da Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora o movimento dos “Adoradores da Eucaristia”, e algumas pessoas da comunidade participaram do primeiro grupo oficial com a aprovação do Papa João Paulo II. Os grupos de Adoradores da Eucaristia são fiéis que juraram diante do Corpo Eucarístico que entregariam muitas horas para viverem a adoração ao Santíssimo Sacramento, após descobrirem o valor da Eucaristia e o valor da oração.

Também ganham força na paróquia os Grupos de Intercessão que se reúnem semanalmente para apresentar a Deus as necessidades do clero, da comunidade e das pessoas em geral. São mediadores junto a Jesus, uma vez que Jesus é o único intercessor junto a Deus. Esta intercessão passa por Jesus e vai ao Pai.

Vinte novas zeladoras ganham novas Capelinhas de Nossa Senhora Auxiliadora, preparada com estampas especiais vindas do Rio Grande do Sul. Isto ampliou o número das famílias que têm a graça de receber a visita da imagem de nossa padroeira.

Em outubro tem início os trabalhos da Pastoral da Saúde e a celebração da Missa dos Doentes, estuda-se a implantação da Pastoral Vocacional e da Esperança. No dia 29, 112 crianças recebendo a Primeira Comunhão na presença de mais de 800 pessoas que participaram da celebração. No dia 3 de novembro, Dom Albano Cavallin, e o Pe. Carmelo celebraram a Missa do Sacramento da Crisma.

1995 foi efetivamente um grande ano: teve início o Projeto Vinde e Vede, um programa completo de evangelização; começa a funcionar o Roupeiro de Santa Rita; nenhuma Missa fica sem acompanhamento musical; tem início o dízimo na Capela São Domingos Sávio; compra de muitos equipamentos para a secretaria da paróquia; e é realizado o recadastramento das famílias que residem na jurisdição da paróquia. Finaliza-se o ano com a celebração da Missa de Natal com a participação de aproximadamente 600 paroquianos.